terça-feira, 23 de julho de 2013
Fazendo procuração
Fins do ano de 1983. Estou na Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim. Entra uma pessoa, timidamente, em meu gabinete. Pergunto o que ela deseja. Ela diz-me que está fazendo procuração. Como resposta, eu a oriento a ir ao Cartório do Tabelionato, que é o lugar onde se fazem procurações. Para minha surpresa, ela me diz que, na verdade, está procurando uma pessoa, mas que já viu que não está em minha sala. Pois é. Fazer procuração, fico sabendo então, é procurar uma determinada pessoa. Isso não está em nenhum dos livros que li durante a faculdade.
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Essa é do mesmo naipe que : " doutor, estou com o sistema nervoso" por aí... Fatos do nosso povão brasileiro!
ResponderExcluirDr. José Osmar,
ResponderExcluirSe for possível incluir 'causos' de outros colegas, o Dr. Shalimar tem um cujo título já nos causa arrepios: "A PROCURAÇÃO PSICOGRAFADA". É um caso imperdível que merece o espaço do blog!
Forte abraço.
Prezado Atilla, é claro que é possível incluir outros "causos" no blog, ainda mais se oriundos da minha querida Rondônia e de antigos colegas. Peça, por favor, ao Shalimar para me enviar o texto, para que eu possa incluí-lo nas minhas histórias. Abraço.
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ResponderExcluirAngela Maria dos Anjos. Filha de Sebastiana Pereira dos Anjos e José dos Anjos. Desapareceu em Cerejeiras Ro em 1985
ResponderExcluirconte me sobre esse caso, nasci em cerejeiras mas nao me lembro dessa historia ate porque era criança na época, meu nome marlei emiliano,
Prezado Marlei, eu fui Promotor de Justiça em Cerejeiras nos anos de 1983 e 1984. Infelizmente não sei nada sobre o caso do desaparecimento de sua genitora. Procure, através do site do Ministério Público de Rondônia, fazer contacto com o atual Promotor de Justiça de Cerejeiras. Grande abraço.
ExcluirÉ Dr.Osmar parabéns por contar essas estórias dá querida Rondônia. Abraço Manoel Elias.
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