ERA
UM GÊNIO, MAS FOI REPROVADO
Existe uma teoria dos freios e
contrapesos, desenvolvida para demonstrar como devem relacionar-se os
poderes do Estado.
Nós temos, como é sabido, os
poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Segundo a tal teoria,
eles devem ser independentes e harmônicos entre si. Como cada um
desses poderes do Estado é autônomo, eles podem exercer algum
controle um sobre o outro.
O principal teorizador sobre
essa harmonia e independência dos poderes na organização do Estado
foi Charles-Louis de Secondat (16/01/1689 a 10/02/1755), o barão de
La Brède e de Montesquieu, nome pelo qual ficou mais conhecido.
Como este blog é também
cultura (mas nem tanto), vamos logo ao “causo” que se relaciona
com os pensamentos de Montesquieu.
Na década de 1980 estava
acontecendo em Porto Velho um concurso para a contratação de novos
Promotores de Justiça. Eu, já na carreira, era um dos fiscais,
ajudando na organização da aplicação das provas.
Numa das provas, o examinador
elaborou uma pergunta com o seguinte teor: No que consiste a
teoria dos freios e contrapesos?
Quando
contaram-me sobre a resposta que fora dada por um dos candidatos, não
acreditei.
Como
São Thomé, entrei disfarçadamente na sala de provas e cheguei
próximo à carteira onde o candidato em questão demonstrava seus
saberes jurídicos.
Lá
estava, com todas as letras:
- A teoria dos freios e contrapesos consiste exatamente na fiscalização exercida pelo DNPM, o Departamento Nacional de Pesos e Medidas.
Como costumam dizer por aí, a
resposta foi na lata.
Esse fato é verídico, como todos aliás, que o Zelão conta
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk E olhe lá se ele não recorreu ao DNPM!!! Hehehehhe!
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